terça-feira, 31 de dezembro de 2024

Dos ultimos minutos de 24 aos primeiros de 25

 

              "esse já foi e continuamos por aqui"

           "e agora esse? Trazendo pior ou fica igual? "

Por agora, comentário inicial: o calendário do local base do blogspot está atrás do meu. Aqui onde estou hoje já é dia 01.01.2025

2025 dentro de momentos



 

sábado, 28 de dezembro de 2024

Porque hoje é sábado

 




Como já devem ter notado, este blog tem apresentado elevada percentagem de imagens geradas por Inteligência Artificial. Vou passar a inserir textos da mesma base com muita frequência. Esta orientação corresponde aos objetos de estudo e atuação principais do MEI/ Startup.
Obrigado pela leitura que, por si só, já é um grande apoio.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2024

Niterói

 Visto por ChatGpt na sequência de orientações gerais minhas. 

A primeira imagem - com o Museu de Arte Contemporânea (MAC), edifício concebido por Oscar Niemeyer - corresponde ao visual atual, embora com cores que dão relevo artístico de conjunto. 

A segunda imagem, partindo da Alameda São Boaventura, está - como referiu uma colega - " meio futurista".


Hoje, o ChatGPT está fora do ar há horas. Me dei conta agora, 23:55 hora de Brasília. OpenAI comunicou estar ciente e trabalha  solução. 

quarta-feira, 25 de dezembro de 2024

terça-feira, 24 de dezembro de 2024

Meus livros vistos por Inteligência Artificial - 2-

 



E Agora Quem Avança Somos Nós: Uma Jornada Pela História e Identidade
( na primeira destas " visões " já referi as necessárias precauções)
"E Agora Quem Avança Somos Nós" é um romance envolvente de Jonuel Gonçalves que tece uma narrativa rica e complexa sobre identidade, racismo e a busca por um futuro mais justo. A obra, publicada em 2022, se destaca por sua abordagem multifacetada, que entrelaça elementos históricos e contemporâneos, e por seus personagens cativantes e complexos.
Uma História Intrigante
O livro acompanha um casal multirracial, oriundo da África, que se estabelece em Salvador, Bahia. A narrativa se desenvolve em torno das experiências desse casal, que busca construir uma nova vida em um país marcado por profundas desigualdades sociais e raciais.
Pontos chave da trama:
 * Raça e identidade: A obra aborda de forma contundente a questão racial, explorando as experiências de um casal multirracial em um contexto marcado pelo racismo.
 * História e contemporaneidade: A narrativa se movimenta entre o passado e o presente, conectando a luta antirracista atual com eventos históricos que moldaram a sociedade brasileira.
 * Diáspora africana: O livro explora as experiências da diáspora africana, mostrando as complexidades da identidade e da pertencimento.
 * Ativismo: Os personagens se envolvem em movimentos sociais e ações antirracistas, tornando a obra um convite à reflexão sobre o papel do indivíduo na luta por justiça social.
Por que ler "E Agora Quem Avança Somos Nós"?
 * Uma narrativa rica e envolvente: A escrita de Jonuel Gonçalves é fluida e cativante, transportando o leitor para diferentes cenários e épocas.
 * Uma reflexão importante: O livro convida à reflexão sobre questões cruciais da sociedade contemporânea, como racismo, desigualdade e identidade.
 * Uma obra relevante: A obra se destaca por sua abordagem original e por sua contribuição para o debate sobre a luta antirracista no Brasil.
Onde encontrar o livro:
Você pode encontrar "E Agora Quem Avança Somos Nós" em diversas livrarias online e físicas, como a Livraria da Travessa e a Amazon. Além disso, o livro está disponível em diversas plataformas digitais.
Em resumo:
"E Agora Quem Avança Somos Nós" é uma obra essencial para quem busca compreender as complexidades da identidade e da luta antirracista no Brasil. Através de uma narrativa envolvente e personagens marcantes, Jonuel Gonçalves nos convida a refletir sobre o passado e a construir um futuro mais justo e igualitário.
Gostaria de saber mais sobre algum aspecto específico do livro? Posso te ajudar com informações sobre o autor, a trama, ou até mesmo te indicar outros livros com temáticas semelhantes.
Palavras-chave para buscas: Jonuel Gonçalves, E Agora Quem Avança Somos Nós, romance, racismo, identidade, diáspora africana, luta antirracista.
Você pode encontrar mais informações sobre o livro em:
Lembre-se: A leitura é uma jornada pessoal e cada um encontra em um livro algo diferente.
Gostaria de saber mais sobre algum outro livro ou autor?

domingo, 22 de dezembro de 2024

Sobre " Despertemos" de Morin

 Edgar Morin é um dos pesquisadores que fazem parte de meu painel de autores de primeiro plano. Isto vem desde a década de 1960, quando ele era docente e eu discente da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais, de Paris. Nunca assisti aulas dele mas acompanhava suas publicações e entrevistas ou  todo o tipo de comentários sobre ele.

Como não faço etarismo, nem desprezando nem fazendo paternalismo - e espero que não façam comigo - continuo levando Morin muito a sério. Seu " Les souvenirs viennent à ma rencontre" foi das minhas mais prazeirosas leituras dos últimos anos.

Faz tempo que procurava forma de obter o " Reveillons nous" que, afinal, a Laís encontrou ontem para mim, traduzido em português, aqui mesmo em Niterói na livraria " Leitura".


Três pontos capitais do livro: 

1. Coloca o confronto mundial de hoje ( sobretudo através do exemplo francês) na linha histórica " humanismo versus reacionarismo ". Com estas ou outras designações é mais um choque entre democracia e autoritarismo/totalitarismo. Morin usa muito a excelente expressão neoautoritarismo e, como todos nós, constata que a democracia atravessa uma crise mundial.

Foco central para mim e outros como eu : é desafio sem fronteiras, dificultado pelo nível lamentável de 95% dos políticos em qualquer continente, aproveitado por charlatões ou neo czaristas de vários países e níveis ( o chefe indicado por Trump para sua política fronteiriça foi " batizado" por ele como " Czar das fronteiras ").

Matéria existencial não negociável. Ou há democracia assente na Declaração Universal dos Direitos Humanos, que todos os sócios da ONU assinaram, ou há alguma das variantes de despotismo. 

2. O texto de Morin, antes de falar de crise dá definição da mesma. Simples, não é? Apesar disso muita gente fala de crise sem saber do que está falando. Acrescenta outros três dados simples mas essenciais: a crise pode ter saída sob várias formas, das mais obscurantistas às mais avançadas; a crise geral é novamente acompanhada por crise do pensamento; "a situação do homem no mundo modificou-se mais nos últimos 50 anos do que entre o século XVI e o início do XX".

3. Na sua crítica à noção de "transumanismo", Morin deixa receios sobre conquistas nas áreas da biologia e da inteligência artificial. 

Aí não concordo contigo Edgar.

Sim, a possibilidade de prolongamento da vida humana sem senilidade, é real.  Se pode ir até a imortalidade ( Morin firmemente não acredita), considero como uma daquelas hipóteses de trabalho impossíveis de trabalhar hoje. 

Quanto a inteligência artificial ( provavelmente nome provisório), ok, há razões para recear  que a sociedade humana vire Matrix "a grande máquina anônima que governa todos os indivíduos " e " o perigo não vem dos robôs mas do risco de que os humanos se tornem robôs"( frases do livro).

 Porém, I. A. é criação da inteligência humana e reforça esta. O risco Matriz só existe se a deixarmos nas mãos dos neo autoritários e neo czares. É assim com todas as técnicas: a eletricidade serve, ainda hoje, para nos dar luz e energia, mas também como instrumento de tortura nos regimes inimigos da democracia. 

A leitura destas reflexões de Edgar Morin permitiu-me ordenar três parcelas: com a esmagadora (no duplo sentido da palavra) maioria dos políticos do mundo, neste momento, vamos ter crise prolongada; abandonar ou fazer concessões sobre democracia e humanismo é render-se; a criatividade humana é base indispensável para vencer a crise, não pode ser monopólio do inimigo.

 O mundo tem avançado por despertares súbitos na sequência de sufocos ou de longos anos no trabalho em projetos e sonhos (estão ligados). Até lá vamos só sobrevivendo ou é possível fazer mais ? 

sábado, 21 de dezembro de 2024

Taça das Favelas

 No feminino, a seleção do Rio de Janeiro venceu na final a de Minas Gerais por 2 a 1. Partida disputada em São Paulo, no Pacaembú, quase toda debaixo de chuva torrencial. Mesmo assim foi um excelente jogo.


No masculino, a final São Paulo-Esprito Santo devia ser jogada em seguida. Porém, a PM paulista declarou não haver condições devido ao estado do gramado. Decisão: ambas as equipes foram declaradas vencedoras da Taça. 

A galera protestou, queria ver jogo, alegando que já não chovia. Mas a decisão foi mantida. 

A Taça das Favelas ganhou grande envergadura nacional, incluindo transmissão ao vivo pela Globo.A imagem deste post foi captada dessa transmissão. 

Dialogando com I. A. sobre guerra em florestas tropicais - 1

 

Enviei ao dispositivo de Inteligência Artificial: " descreva as condições de guerra em ambiente de floresta tropical". Respondeu ( em 10 segundos):
A Batalha na Selva.
A selva tropical era um labirinto verde, um palco para um confronto moderno camuflado pela natureza. A luz do sol, filtrada pela densa folhagem, criava um jogo de sombras que obscurecia os contornos e confundia a visão. O ar era úmido e quente, carregado pelo som de insetos e pelo distante ruído de um motor de drone.
Nas alturas, camuflados entre as copas das árvores, soldados de diversas nacionalidades e equipados com o que havia de mais moderno em tecnologia militar, observavam a planície abaixo. Seus capacetes, com visão noturna e sistemas de comunicação avançados, permitiam uma vigilância constante. Rifles de precisão, lançadores de granadas e drones armados estavam ao alcance de seus dedos.
Na planície, outro grupo de combatentes, igualmente bem equipados, avançava com cautela. Seus uniformes, em tons de verde e marrom, se confundiam com a vegetação. Equipados com armaduras leves e resistentes, eles se movimentavam em formações compactas, protegidos por escudos balísticos. Drones de reconhecimento sobrevoavam a área, transmitindo imagens em tempo real para os comandantes.
A batalha era uma coreografia mortal de fogo e movimento. Os soldados nas alturas abriam fogo, seus projéteis zunindo através do ar e explodindo em chamas na planície. Os combatentes abaixo respondiam, lançando foguetes e granadas, criando uma cortina de fumaça e detritos. Os drones, ágeis e silenciosos, caçavam alvos, lançando mísseis guiados com precisão cirúrgica.
O terreno acidentado da selva ampliava as dificuldades do combate. As árvores, os rios e as encostas íngremes dificultavam a manobra e a comunicação. A umidade e o calor esgotavam os soldados, que precisavam lidar não apenas com o inimigo, mas também com as adversidades da natureza.
A batalha era um teste de tecnologia, de estratégia e de resistência humana. A cada avanço, a cada perda, a situação no campo de batalha se modificava rapidamente. A vitória, se alcançada, seria fruto de um esforço conjunto e de uma adaptação constante às condições adversas da selva.
Gostaria de explorar algum aspecto específico dessa batalha? Por exemplo, podemos nos concentrar em:
 * A tecnologia militar: Quais são as armas e equipamentos mais utilizados? Como eles influenciam o combate?
 * A psicologia dos combatentes: Como os soldados lidam com o medo, a tensão e o trauma da guerra?
 * O impacto ambiental: Quais são as consequências da guerra para a selva e para a fauna local?
 * As estratégias militares: Como os comandantes planejam e executam suas operações?
Ou podemos criar uma nova cena, com outros personagens e desafios.

             *não diz nenhuma novidade, porém, faz um apanhado abrangente e quase instantâneo.  Aproveitando as perguntas que me fez, coloquei  questões adicionais sobre o mesmo tema. Vou transcrever  outro dia, porque é exemplo de como funciona a I. A. nas interrogações em texto.
Á interrogação em imagem respondeu:


quinta-feira, 19 de dezembro de 2024

Os "super" poderes

 Nos Estados Unidos, Joe Biden procurou acordo com a China para combater a Rússia. Não conseguiu. Agora, Trump vai tentar acordo com a Rússia para ter mais margem de manobra nas suas rivalidades com a  China. China e  Rússia têm acordo para enfrentar os EUA, estando o atual regime russo muito dependente do chinês. Algum tipo de aproximação com Trump aliviaria tal dependência. 


                    colagem com base em I. A.


Os vizinhos desse trio sentem ameaças.  Trump já anunciou algumas ao Canadá e México. A Rússia continua a guerra na Ucrânia colocando a União Europeia na escolha do tipo de apoio a Zelensky. No mar da China vários países contestam ações chinesas sobre águas territoriais e persiste o problema de Taiwan.

Estes são elementos básicos de jogo cruzado, com várias hipóteses no desenrolar das partidas. Falta uma equipe: bloco de países democráticos com força para estabelecer equilíbrio na competição e respeito pelas regras.

      

Real vence Copa

 

O Real Madrid derrotou o Pachuca do México por 3 a 0 e conquistou a Copa Intercontinental, título correspondente ao perfil do clube. O Real Madrid é, no futebol, uma equipe intercontinental, com jogadores de três continentes.

Um deles, é Vini Jr. melhor jogador do mundo. Foi o melhor deste jogo. No primeiro gol madrileno fez todo o trabalho e entregou para Mbappé empurrar com o pé. Fez o terceiro de pênalti. O segundo foi um golaço de Rodrygo, também brasileiro. 

O Pachuca jogou bem, sem complexos. Não tem o mesmo orçamento do Real, portanto, seu plantel não é do mesmo nível.

domingo, 15 de dezembro de 2024

Mayote

 Ilha do arquipélago das Comores (Oceano Índico) que optou pelo estatuto de Departamento ( francês) de Ultramar, foi atingida brutalmente por ciclone. Destruições massivas em toda a ilha, praticamente totais nos bairros pobres e, no mínimo, centenas de mortes.

É mais uma tragédia acrescentada às vagas de imigrantes chegados das demais Ilhas do arquipélago e à sempre grave situação sócio-econômica local.


imagem de I. A. sobre mau tempo de forma geral


sábado, 14 de dezembro de 2024

Pachuca na final

 Com exibição inferior à que produziram contra o Botafogo, os mexicanos venceram nos pênaltis o Al Ahly, campeão egípcio e africano. Nos 120 minutos : 0 a 0.

Oito pênaltis foram necessários para definir o vencedor. 

Na quarta feira, final da Intercontinental: 

Pachuca X Real Madrid. 

sexta-feira, 13 de dezembro de 2024

Olhando a manhã de sexta-feira

 


■ China e Europa preocupadas com o protecionismo de Donald Trump, tomam precauções.  A China adota medidas para reforço de seu mercado interno, cujo potencial é de muito alta dimensão.  O Banco Central Europeu baixa suas taxas de juros - e deve repetir nas duas próximas reuniões de política monetária - como estimulante de crescimento. O Banco Nacional da Suíça observa e desenha cenários para a forte hipótese de aumento na procura de Franco suíço.  Aumentaria o correspondente câmbio afetando as exportações. 

■Turquia e Catar estabelecem ligações diretas com a Organização de Libertação do Levante, que controla Damasco e Alepo. No norte da Síria há combates entre o Exército Nacional Sirio ( apoiado pela Turquia) e a Frente Democrática da Síria ( cujo maior componente é um agrupamento curdo). 

■O vice-presidente da  África do Sul, falando no congresso do Partido comunista, declarou que o governo de Unidade Nacional não é o cenário ideal para o ANC, porém, serve para "o avanço da revolução nacional democrática como apontada pela Carta da Liberdade'. 

■O filme " Ainda Estou aqui " de Walter Salles continua entre os favoritos a Oscar de melhor filme estrangeiro.  Fernanda Torres também com hipóteses na categoria " melhor atriz ".

■Copa Intercontinental no Catar. Sábado: Pachuca ( México) vs Al Ahly ( Egito). O vencedor disputará a final com o Real Madrid na quarta-feira.  O Pachuca eliminou facilmente o Botafogo. 

■Estou acompanhando com muito interesse o seriado tailandês " Amanhã e eu". Netflix, 4 episódios. Já vi 2.

                     ▪︎ilustração I.A.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2024

Síria

 Durante todos estes anos tenho recebido da parte de movimentos democráticos sírios, mensagens, apelos, informações, etc. sobre o combate desses movimentos contra a brutalidade do regime Assad e de agrupamentos como Estado Islâmico, Al Qaeda e seus aliados ou sucessores.

Apoiantes da dinastia Assad e redes jihadistas tentam agora falsificar a realidade síria, insinuando que apenas existem  esse regime (agora finado) e essas forças, escondendo toda a diversidade do quadro político, cultural e militar. 

Um dos porta vozes das organizações democráticas e sentimentos de dignidade, é Syria Campaign. Ontem enviou-me novo e-mail. Recebi em inglês e reproduzo  em foto dois excertos com tradução Google. 

Para melhor leitura, fazer zoom clicando em cima.


Como em vários momentos anteriores eles fazem apelo a contribuições financeiras de qualquer montante, tipo peditório. Com o que têm pela frente vão precisar muito. A queda da dinastia despótica foi só a primeira parte.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

Meus livros vistos por Inteligência Artificial. 1



Estou usando bastante I. A. para meus trabalhos e resolvi ver o que alguns de seus dispositivos recolheram sobre esses textos. Começo pelo " Imposturas Identitárias-África e reflexo Brasil". Edição Garamond. Rio de Janeiro. 
A primeira imagem é da Meta AI e a segunda de Gemini IA.
O texto é da Meta. Tem erros na referência à minha área de especialização.  Faço estudos econômicos do Atlântico Sul e, nesta fase, trabalho guerras econômicas na mesma faixa geográfica. Meus textos sobre racismo resultam de militância antirracista de várias décadas.  Também não concordo que o recurso a linguagem acadêmica dificulte leitura, nem que faltem exemplos práticos. Tirei as linhas onde são colocados livros sobre o mesmo tema a quem atribuem minha autoria, o que é falso e avaliações positivas que desconheço, para evitar impressão de auto-elogio.
Serve tudo isto para mostrar que a I.A. se engana e boa revisão  é indispensável. 



Transcrição 
Jonuel Gonçalves é um autor brasileiro, professor e pesquisador, especializado em estudos culturais, identidade, racismo e relações internacionais. Sua obra "Imposturas Identitárias: África e reflexo Brasil" (2019) explora como as identidades são construídas e negociadas entre África e Brasil, abordando temas como:

Principais temas
1. Identidade cultural e étnica.
2. Relações Afro-Brasileiras.
3. Colonialismo e pós-colonialismo.
4. Racismo e discriminação.
5. Política de identidade.
6. Diáspora africana.
7. Cultura e resistência.


"Imposturas Identitárias: África e reflexo Brasil" de Jonuel Gonçalves recebeu análises críticas positivas por:

Pontos Fortes
1. Abordagem inovadora: Explora a complexidade das identidades Afro-Brasileiras e Africanas.
2. Pesquisa rigorosa: Embasa-se em estudos antropológicos, históricos e culturais.
3. Reflexão crítica: Questiona discursos hegemônicos sobre raça, etnia e nacionalidade.
4. Diálogo interdisciplinar: Une antropologia, sociologia, história e estudos culturais.
5. Relevância contemporânea: Aborda questões urgentes sobre identidade, racismo e inclusão.

Pontos Fracos
1. Linguagem acadêmica: Pode ser desafiador para leitores não especializados.
2. Estrutura complexa: Requer atenção concentrada para seguir os argumentos.
3. Falta de exemplos práticos: Alguns leitores podem desejar mais ilustrações concretas.
4. Enfoque teórico: Pode ser considerado muito teórico para alguns leitores.

Análise dos Principais Argumentos
1. Crítica ao essentialismo: Gonçalves questiona a fixidez de identidades culturais.
2. Construção social da raça: Analisa como raça e etnia são construídas historicamente.
3. Diáspora africana: Examina a experiência Afro-Brasileira e sua conexão com a África.
4. Política de identidade: Discute os limites e possibilidades das políticas de identidade.


Leitura Recomendada
Para quem se interessa por:

1. Estudos Afro-Brasileiros.
2. Teoria crítica da raça.
3. Antropologia.
4. Sociologia.
5. História cultural.



domingo, 8 de dezembro de 2024

Queda da dinastia Assad na Síria

 

Do New York Times 


França apoia a derrubada e pede transição pacífica 

Mapa da Síria, incluindo bases da Rússia e EUA

Caminho de Damasco nos tempos bíblicos ( por inteligência Artificial)

O movimento HTS ou Organização de Libertação do Levante, dirigido por Abu Mohamed al Jolani, uma figura muito conhecida nos meios jihadistas da Ásia Ocidental, aparece como a força principal no quadro político-militar.  Esteve baseado alguns anos no enclave de Ildib de onde partiu esta semana para tomar Alepo e agora Damasco.
É uma mudança radical com desafios internos a todos os movimentos e personalidades que combateram a ditadura e desafios externos à Rússia, Iran ( aliados de Assad), Estados Unidos ( que apoiam grupos locais, por exemplo, Curdos), Israel, Líbano, Jordânia, Turquia.

sábado, 7 de dezembro de 2024

Acordo Mercosul-União Europeia

          Signatários do Acordo em Montevideu 

 Apos cerca de 25 anos de negociações, os dois mercados comuns assinam Acordo de Livre Comércio, abrangendo todas as áreas da economia interessando a cerca de 700 milhões de pessoas.

Assinatura pelos presidentes dos 4 países fundadores do Mercosul ( Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) e pela Presidente da Comissão Europeia.

A Bolívia recém admitida no Mercosul participou em seguida na reunião de Cúpula pela primeira vez.

A líder europeia, Ursula Von der Leyen, disse que esta iniciativa é uma necessidade econômica e uma oportunidade política. Acrescentou que atualmente há algo como 60 mil empresas europeias que exportam para os países do Mercosul e, com o acordo, vão economizar 4 bi de USD.

Não tenho referência sobre a que período corresponde essa poupança mas deve ser anualmente, em cifras atuais.

Todos os membros do Mercosul esperam altas acentuadas nos seus volumes de trocas e investimentos. O presidente do Uruguai declarou que o acordo não é uma solução mas é uma oportunidade. 

Quer dizer, algo para ser bem trabalhado e aproveitado. Em princípio é o acordo econômico internacional de maior dimensão. 

Três dos 27 países da U. E. têm objeções ao texto. Sobretudo a França. A Polônia e talvez a Itália são os outros dois. Todos por razões agrícolas, mais políticas que econômicas: o peso das extremas direitas nesses meios rurais. 

As agriculturas sul-americanas são mais competitivas que as congêneres europeias.  Porém, o acordo abre diversas oportunidades para estas obterem poderosos pontos de equilíbrio.

É  um grande passo do multilateralismo contra o qual se levanta o atual governo francês, exatamente quando se espera política protecionista dos EUA.

O mecanismo de aprovação pelos governos europeus e entrada em vigor do texto, podem ser perturbados por operações contrárias desses três governos ou, pelo menos, um deles.

Dado importante - que traduz força da democracia- o diário parisiense de economia e finanças " Les Echos" ( um dos mais importantes do mundo na especialidade) apoia o acordo como exemplo do multilateralismo, sublinhando que sua rejeição faria a Europa " privar-se de acesso privilegiado ao quinto mercado mundial. Seria um erro monumental ".

Diversificação de parceiros fortes é uma condição estratégica para qualquer país ou blocos de países no momento atual, marcado por ameaças e agressividades extremas a vários niveis.

Na primeira página do Les Echos hoje.



quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

Cinema

 O filme "Cidade de Deus" entrará novamente em rede de cinemas franceses no próximo dia 11. A importante revista " Nouvel Obs" de Paris dá destaque 

Outro destaque da mesma revista para este mês, é o filme francês " Leurs enfants après eux" ( Os filhos deles depois deles) de Ludvik e Zoran Boukherma.
Em baixo na foto está o nome dos atores principais. 


segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

Primeira experiência com I. A.

 Ontem à noite recorri pela primeira vez a dispositivo de Inteligência Artificial.  Com curtas mensagens de voz, pedi desenhos. Aqui ficam alguns dos resultados obtidos entre 5 e 16 segundos: