quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Jarine Sass resiste

Muito censurada em certas redes sociais -por motivos semelhantes a ataques inquisitoriais que têm tentado atingir este blog - Jarine Sass , de Americana, São Paulo, desenvolve os seus excelentes trabalhos de fotografia e vai publicar em livro os que foram censurados. Com esse título mesmo " Censurados". Quando sair aviso. Hoje público dois autorretrados dela, recentes ( do mês em curso) e o símbolo que ela usa. Obrigado Jarine pela autorização e estamos solidários.



terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Esperando viagem e os Óscares

Olá desculpem a longa  ausência, motivada pelo fim de uma fase na minha vida acadêmica e começo de outra. Vou viajar muito este ano, este semestre mesmo. Vou deixando notas por aqui. No imediato, preparo essa fase, tenho um livro quase a sair e aguardo os Óscares. Nestes a minha preferência vai para "Green Book" mas não ficarei chateado com qualquer outro resultado.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

A arte do corpo humano - hoje e ontem

Motivo de arte desde os primórdios da humanidade. Por vezes combatida por tendências opressivas ( ou complexadas ). Por outro lado, serve também para contrariar as correntes politicas que, na repressão à mulher, querem obrigá-la a usar vestuarios como se fossem algemas.

Papa Francisco nos E. A. U.

Viagem muito importante para reduzir fanatismos e melhorar convívios. E pela primeira vez na História, missa nesse país.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

RACIFICADORES DEMENTES

Já faz algum tempo que assistimos à ofensiva dos vários racismos. Nas ruas, nos salões e por aqui. Tudo é motivo para elogiarem as suas "raças". Sendo tudo e sendo com frequência, claro que há plano por trás. Os racistas de todas as cores são uns merdas que apresentam a cor da pele como diploma e medalha, porque não têm nenhum diploma nem fizeram nada que mereça medalha. Pior: são burros, atrasados e ficam ridículos quando tentam entrar em explicações cientificas. Quando eu tinha uns 15 anos, junto com colegas da mesma idade, durante uma de nossas inesquecíveis conversas, chegamos à conclusão que o maior problema, então, eram os racistas e deviamos dizer-lhes para meterem a raça no cú. Foi daí que partimos para insurreições, atravessamos periodos de luta prolongada, alguns com prisão e exílio com fome pelo meio, mas ficamos felizes por termos feito o que era indispensável fazer. E continuamos na única raça que conhecemos - a Humana. Agora, estamos igual àquela época e damos o mesmo conselho a essa gentinha sobre o buraco onde devem enfiar isso de "raça". Aqueles que elogiam governadores coloniais sinistros, considerando-os civilizadores, em virtude da "raça". Aqueles que chamam heróis a chefes e chefas que venderam milhares de escravos, em virtude da "raça". Grandes imposturas pela História visando legitimar déspotas de hoje. Há até gente que é contra o racismo quando tudo está calmo, mas viram racistas - de um ou outro lado - quando surgem confrontos. Lembrei-me de velho artigo numa revista da ilha Maurícia - país mais democrático de África - cujo autor após reportar determinada situação concluiu "vão se foder".
Até os Óscares dão lugar a "clivagens raciais". Brancos com "A Favorita", Hispânicos com "Roma" e Negros com "Pantera Negra". Em virtude das "raças" de cada. Porra. Por mim, aconselho a verem o "Green Book", baseado em história real de luta, por um negro e um branco, contra as racificações dementes que entraram na História. As diversas matilhas racistas não pararão de arreganhar os dentes, ficam até com mais acesso de raiva, porém, ficam a saber quem somos, donde viemos, o que sabemos fazer e que, afinal, os dentes deles estão podres. Arreganham mas não podem morder.
                                                             Cena do filme "Green Book

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Pico e Vulcão da ilha do Fogo

Em breve estarei de novo lá perto: Praia, Santiago. Desta vez vou lá. É o ponto mais alto de Cabo Verde.


quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

indo no tempo certo

"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os velhos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."

Fernando Pessoa
( copiado de post da amiga Martins Gi)