domingo, 19 de março de 2017

Fences

Vi ontem este filme de Denzel Washington, dirigido e interpretado por ele no papel principal. Muito bom filme - muito melhor que "Moonlight". Duvida: o papel principal é mesmo dele? Acho mais justo considerar o da Viola Davis, uma grande artista em todos os filmes que vi dela.

sábado, 18 de março de 2017


Chuck

Faleceu há poucas horas o grande guitarrista e vocalista Chuck Berry com 90 anos. Um nome central na História do Rock. Lembrem " Roll over Beetoven" e " Jonnhy B Goode ". Um dos meus ídolos musicais. Na reprodução acima, nos velhos tempos, Chuck com o furacão Tina Turner em "R&R music".

sexta-feira, 17 de março de 2017

Bab El Mandeb

Uma embarcação cheia de somalis detentores de documentos de refugiados, emitidos pelo ACNUR/UNHCR, foi metralhada por um helicóptero e por um navio de guerra, segundo testemunhos das vítimas sobreviventes, em águas iemenitas ou suas proximidades. Não se sabe quem foram os atacantes, mas dado o material usado não deve ser difícil saber quem foi. A rejeição dos migrantes está alta em todos os continentes, mas nunca se tinha chegado  a este extremo. Pode ter sido uma operação dissuasória nas proximidades de um estreito estratégico - Bab El Mandeb -  entrada sul do Mar Vermelho. E pode dar ideias a outros com igual ódio dos imigrantes.

Moonlight

Vi o filme na AE wish/Kodi/Exodus (até aqui continuo convencido de ser superior ao Netflix ou pode funcionar como estimulo para este melhorar). Boas interpretações, porém sem grande profundidade nem historia arrebatadora como se espera dos Óscares. Este ano a  atribuição dos prémios da Academia norte americana de cinema foi de nível muito médio. Alguns  podiam nem ser atribuídos, se fosse pelo mérito e alta qualidade. Mas como as estatuetas têm de ser entregues, mesmo com equívocos de envelopes...

quinta-feira, 16 de março de 2017

Em Alepo

Esta foto correu mundo durante a semana. Mohammad Mohiedine Anis, 70 anos, fuma e ouve musica na sua casa muito danificada por bombardeamentos. É foto de Joseph Eid da France Press. É comum em situações de guerra prolongada, as pessoas manterem-se nas suas casas mesmo depois de serem alvo de destruições, desde que tenha sobrado algo. Ás vezes só as paredes. Vi um alto numero de casos na província angolana do Cunene em que os habitantes improvisavam tetos e viviam no meio das ruínas. Mesmo nesse estado a casa oferece proteção (nem que seja psicológica) e prolonga recordações.

Paisagens vistas da janela