O verão chega ao sul do planeta. Por aqui calor não impede a chuva. Esperemos que chova normalmente porque na Africa Austral e Leste a seca já vai para dois anos e no Brasil agora há até ameaça de racionamento de água em Brasilia.
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
domingo, 23 de outubro de 2016
Jogos diversos
Hoje os meus clubes em três países empataram. No Brasileirão, o Flamengo finalizou muito mais, pressionou toda a segunda parte mas ficou no 2 a 2 com o Corinthians, distanciando-se do líder, Palmeiras. Em Paris, o PSG fez apenas 0 a 0 com o Marseille e também se distanciou do líder da tabela, Nice. Em Portugal, a Académica empatou com o Academico 0 a 0, na segunda divisão. Mas todos eles continuam com chances. Nos USA mega negocio foi anunciado: compra da Time Warner pela AT&T por mais de 85 bi de dolares. A Time Warner controla, entre outras coisas, a CNN. Motivo para discussão nos círculos políticos e expectativa sobre aprovação ou não pela agência reguladora. Na África do Sul a oposição parlamentar pede debate sobre a decisão governamental em retirar o país do Acordo que criou o Tribunal Penal Internacional e um deputado do ANC apela à demissão de toda a liderança do partido dirigente, em função da derrota eleitoral nas municipais de agosto. No proximo domingo o Brasil vota de novo para as Prefeituras. É provável alta soma de abstenções, votos nulos e brancos. Muita gente acha que, com os candidatos existentes,o melhor na maior parte dos casos é virar as costas a esse jogo.
no máximo dar uma olhadinha rápida com sorriso de ironia...
sábado, 22 de outubro de 2016
cinema
Fui ver o filme O Contador. Gostei No Netflix comecei a série Homeland. Vi três episódios até aqui.
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
produtividade e poupança
Para um artigo sobre as crises do Brasil e África do Sul, que sairá no numero inaugural da revista "Trabalhos Em Curso", passei o dia em pesquisa estatística. Quanto a produtividade estive sobretudo nos dados da Conference Board (Brief de 2016, portanto com elementos de 2015). As maiores produtividades estão no Luxemburgo, Noruega e Irlanda que ultrapassam os Estados Unidos, usados como índice 100 para termos de comparação. Assim, um trabalhador sul-africano faz 35,8% de um norte-americano e um brasileiro 24,9%. Grandes razões para tão grandes diferenças: os norte-americanos têm muito melhor formação profissional, mais e melhor equipamento e melhor organização dos tempos de trabalho e gestão. O que me surpreendeu é a produtividade do trabalho ser maior em Angola que no Brasil: 27,5% em relação aos Estados Unidos. Também me surpreendeu o baixo nível de produtividade da China - nem chega a 20%. Mas o grande volume populacional - portanto, mão de obra numerosa - diminui o efeito negativo. Já na poupança (dados de 2014) a China está forte com 49% do PIB, igual a Singapura. Noruega 40%, Arábia Saudita 39%, Índia 33%, Brasil 16%, África do Sul 15%.
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
Hillary vai ganhar fácil
Nem vi o debate de ontem todo. O Trump estava sem saber para onde se virar. Com tática calma e de ironias Hillary marcava pontos sobre pontos. Hoje o N. Y. Times cita dois exemplos. Quando o Trump falou do hotel dele em Las Vegas ela soltou " feito com aço chinês". Paulada forte em quem critica tanto os produtos não americanos e os acordos comercias. Outra: Trump disse que Putin não respeita Hillary e esta bombardeou rápido "ele prefere ter um fantoche na Casa Branca" numa (in) direta à admiração recíproca entre Trump e Putin. Nos Estados Unidos vale a pena votar para esmagar a ultra direita e seus prolongamentos ou admiradores. É diferente em alguns outros países. Falaremos disso em postagem dentro de dias.
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
pânico ( e penico) na classe política brasileira
A prisão do ex presidente da Câmara de Deputados e ex aliado da ex presidente da Republica, Eduardo Cunha, vai deixar hoje muitos políticos sem dormir. Se ele resolver abrir a boca, o Brasil vai ter um ciclone com ondas de choque incalculáveis. In cal cu lá veis!!! Como antigo combatente dos direitos humanos não gosto de ver ninguém na prisão; é melhor resolver de outra forma. Só em casos absolutamente extremos. Mas a impunidade abre caminho à opressão. Num país de corrupção sistémica, como o Brasil, alarga ainda mais as vias da pobreza e da impostura dos discursos bonitos com capa de esquerda mas praticas da mais voraz oligarquia. Espero, portanto, que esta prisão tenha fortes provas e motivos. Esta e qualquer outra. O ciclone que atravessa o Brasil pode ser de escala tão alta que a derrubada de Dilma Roussef venha a ser considerada em breve como algo de pequena dimensão.
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