domingo, 16 de outubro de 2016

Futebol hoje é para acompanhar em várias partes do mundo. Eu até torço por clubes de diversos países.  Assim, ontem vi um pouco do PSG jogar melhor no campeonato francês,  embora ainda longe da temporada passada. Esta semana vamos ter muita Champions. Hoje no Brasil o meu Flamengo tem uma saída difícil ao estádio do Inter e na Taça de Portugal, minha Acadêmica enfrenta o Belenenses numa caminhada de ( talvez) recuperação.
Geografia global do futebol. Até aqui paixão e agora cada vez mais nova disciplina de estudo também.

sábado, 15 de outubro de 2016

Reign

Depois de muitos meses voltei a ver esta série no Netflix. Um periodo sangrento da História da França durante as guerras entre cristãos e tudo o que elas escondiam. Basicamente esconderam luta pelo poder até onde puderam, até ficar impossível de esconder. Sempre chega um ponto a partir do qual as imposturas políticas ficam visíveis, com suas intrigas e busca de privilegios. Vivemos um desses momentos em várias partes do mundo...também com manipulações religiosas orientadas por projetos de poder. Nuns casos pela guerra, outros pela política clássica. Mas está bem visível.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Penumbras e reflexos

                                                 fotos tiradas da internet anônimas

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

António Guterres eleito Seretário Geral da ONU pela A.G. Toma posse no próximo 1 de Janeiro. No mesmo dia em que Bob Dylan ganha o Nobel da literatura, significa a afirmação de elementos da geração que iniciou ação pública - política, social e/ ou cultural - na decada de 1960,  mantendo posições pelos direitos humanos, inserindo o comportamento humanitário no combate político e opondo-se a hegemonismos e populismos. Pelo menos alguns motivos de satisfação...

Bob Dylan Nobel

Valeu porque rompe com velhos métodos de escolha e porque Dylan produziu literatura ligada a música, como outras produzem literatura ligada ao cinema. Dá alto impacto.
Lembrando frase soltas de letras do Dylan:
A resposta meu amigo está no sopro do vento
Não é preciso ser meteorologista para saber de que lado sopra o vento.
Vale até hoje mas já gente que ainda não consegue saber a direção do vento e suas mudanças.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

N.Y. Times de hoje escreve sobre caso de violação brutal dos direitos humanos e seus efeitos

After Torture, Ex-Detainee Is Still Captive of ‘The Darkness’

The United States subjected Suleiman Abdullah Salim to harsh tactics in a secret prison and held him without charge for years. He was found not to be a terrorist threat, but he pays a deep price to this day.

DUBAI, United Arab Emirates — At first, the Americans seemed confused about Suleiman Abdullah Salim. They apparently had been expecting a light-skinned Arab, and instead at a small airport outside Mogadishu that day in March 2003, they had been handed a dark-skinned African.
“They said, ‘You changed your face,’” Mr. Salim, a Tanzanian, recalled the American men telling him when he arrived. “They said: ‘You are Yemeni. You changed your face.’”
That was the beginning of Mr. Salim’s strange ordeal in United States custody. It has been 13 years since he was tortured in a secret prison in Afghanistan run by the Central Intelligence Agency, a place he calls “The Darkness.” It has been eight years since he was released — no charges, no explanations — back into the world.
Even after so much time, Mr. Salim, 45, is struggling to move on. Suffering from depression and post-traumatic stress, according to a medical assessment, he is withdrawn and wary. He cannot talk about his experiences with his wife, who he says worries that the Americans will come back to snatch him. He is fearful of drawing too much attention at home in Stone Town in Zanzibar, Tanzania, concerned that his neighbors will think he is an American spy.

Suleiman Abdullah Salim endured beatings, sleep deprivation, water dousing and other severe measures
(Transcrição apenas dos parágrafos  iniciais. O artigo completo é maior e mais detalhado. A foto e legenda também são do New York Times)
Na Venezuela a oposição ao Presidente Maduro está por todo o lado e a impopularidade do Presidente também. O jogo Venezuela-Brasil, em Merida, esteve interrompido 22 minutos por corte de energia e grande parte do público gritou " fora Maduro".