domingo, 3 de abril de 2016

Vendo e lendo

Com o fim deste semestre especial - na verdade reposição do segundo semestre do ano passado devido aquela greve cretina na UFF - com as notas dadas e encaminhadas, fico uns dias com mais tempo para meus filmes, minhas leituras e escritos. Vou tentar adiantar um projeto que tenho há algum tempo e abro caminhos para duas novas edições de textos já publicados.
No Netflix abriu nova temporada da série "Reign". Nada de extraordinário mas interessante. Agora Netflix abriu a possibilidade de recurso a cartão pré pago, porque entraram em divergências com alguns bancos. Um pelo menos de certeza.
Nas leituras não profissionais estou perto do fim de "13 horas ", grande crónica dos acontecimentos de Bengazi nos quais morreu o embaixador USA, causa de dores de cabeça para Hilary Clinton até  hoje. Mas não é por isso que comprei o livro. É porque sempre tive grande interesse em saber como pequenos grupos se defendem em situações extremas.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Voltando no tempo (2) - seculo XIX

                                                   Toulouse Lautrec (França) 1892

E agora Brasil (3)?

Dois jogos nas eliminatórias para o mundial de 2018 e dois empates. Ambos 2 a 2, contra o Uruguai em casa e o Paraguai fora. O Brasil está  em sexto na classificação. Da América do Sul vão 4 e o 5o. tem repescagem.
Politicamente mais um desdobramento da luta acirrada dentro da elite brasileira: o PMDB desembarcou da aliança governamental.  É uma luta radicalizada desde que começou o esgotamento do modelo aberto pelo Plano Real. Ao mesmo tempo no Rio o governador interino anunciou que os salários dos servidores vão  ser pagos parceladamente.
Fica a pergunta e a postagem sem comentários...por enquanto

terça-feira, 29 de março de 2016

Voltando no tempo-seculo XIX

                                                  Katsushika Hokusai ( Japão 1815)

Pesadas condenações em Angola

Num processo político em Luanda os 17 réus  foram ontem condenados a penas de 2 a 8 anos de prisão. Pertenciam a um movimento designado como revolucionário, mas pareciam não ter estrutura organizada. Por vezes eram designado como revus. Tentaram desde pelo menos 2011 manifestações de rua, proibidas. Faziam reuniões para discutir a situação politica angolana e ler livros considerados subversivos. Foram acusados de planos para derrubar o governo pela força ou tumulto de rua. Negaram as acusações e a defesa vai entrar com recurso. A noticia e o peso das penas chamam atenção mundial nos círculos de direitos humanos e meios africanos ou interessados na evolução do continente.
Isto ocorre num momento de forte crise financeira e grave crise de saúde no país. A noticia da sentença ocorre 24 horas antes de data histórica angolana: em 29 de março de 1959 a policia colonial efetuou as primeiras prisões de combatentes clandestinos pela independência. Uma quase coincidência que opositores ou críticos estão a enfatizar.
E eu estou cada vez mais preocupado com tudo isto...